A HPTEC é uma doença rara e grave, mas tratável. Este portal foi criado por um paciente que enfrentou a doença e conhece as dificuldades de encontrar informação e atendimento especializado no Brasil.
Entenda de forma clara o que é a Hipertensão Pulmonar Tromboembólica Crônica e por que ela precisa de atenção urgente.
Coágulos que não se dissolveram após embolia pulmonar causam obstrução crônica das artérias dos pulmões e aumento da pressão pulmonar.
Saiba mais →Falta de ar progressiva, cansaço ao mínimo esforço, inchaço nas pernas e desmaios são sinais de alerta que exigem exames específicos.
Conheça os sintomas →Sem tratamento, leva à insuficiência cardíaca direita, limitação severa das atividades diárias e pode ser fatal.
Entenda os riscos →A HPTEC é a única forma de hipertensão pulmonar potencialmente curável por cirurgia, medicação ou angioplastia.
Veja tratamentos →Do primeiro sintoma ao tratamento: o caminho que o paciente normalmente percorre.
Falta de ar ao esforço e cansaço inexplicável. Muitos pacientes passam meses ou anos sem diagnóstico correto.
Ecocardiograma mostra sobrecarga do coração direito. Cintilografia pulmonar é o exame-chave para suspeitar de HPTEC.
Cateterismo cardíaco direito confirma a hipertensão pulmonar. Angiotomografia e arteriografia mostram os trombos crônicos.
Encaminhamento a centro de referência para avaliação por equipe multidisciplinar que decidirá o melhor tratamento.
Com tratamento adequado, muitos pacientes recuperam qualidade de vida significativa.
Reunimos informações sobre centros de referência, médicos e hospitais no Brasil que tratam HPTEC.
Ver Centros de Referência →A HPTEC é a única forma de hipertensão pulmonar potencialmente curável. A cirurgia de tromboendarterectomia pulmonar (PEA) pode normalizar as pressões pulmonares. Para casos não operáveis, existem medicação e angioplastia por balão.
Procure um pneumologista ou cardiologista com experiência em hipertensão pulmonar. Centros de referência são os locais mais adequados. Veja nossa página Buscar Ajuda.
Não. Apenas 2% a 5% dos sobreviventes de TEP desenvolvem HPTEC. Porém, quem teve TEP deve ser acompanhado e investigado caso persista falta de ar após 3-6 meses.
Sim. O SUS cobre diagnóstico e tratamento da HPTEC, incluindo cirurgia em centros de referência. Medicamentos podem ser obtidos pelo programa de alto custo.
Infelizmente, o tempo médio pode ser de 1 a 3 anos entre os primeiros sintomas e o diagnóstico. Os sintomas são inespecíficos e a doença é pouco conhecida.